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sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Brutaaaal!!!!! (Blade Runner - the sequel)

Em 1982, Ridley Scott adaptou do romance de Philip K. Dick (Why do man dream with eletric sheep) um argumento para um filme épico - Blade Runner!
É uma película da qual já vi 6 versões e um director's cut. Como os livros, foi um filme bastante incompreendido na cultura da altura e apenas apreciado décadas mais tarde. Este documentário explica tudo sobre o filme, aconselho vivamente a sua visualização:



Ontem, dia 26 de Feveiro de 2015 (data que ficará gravada aqui na tasca com uma placa comemorativa a inaugurar com um garrafão do Padre Ezequiel) foi anunciado que iria ser feita uma sequela do filme!Brutaaaaaaalllll!!!!!!!
Mantendo Ridley Scott como co-produtro e também Harrison Ford, que encarnará novamente o agente policial Rick Deckard. Assim o futuro tem esperança, assim há motivos para sorrir (*).

(*)Nota para contextualização do comentário:
O último filme genuíno de SCI-FI que vi foi o Jupiter Ascending e perdi toda a fé e esperança na humanidade!


terça-feira, fevereiro 24, 2015

Diferenças?!?! Acho que não!

São muitas as vezes em que procuro no passado informação que pode ser útil no presente, quanto mais não seja para perceber que os países não mudam assim tanto com o passar dos séculos.

Por mais ditaduras, monarquias ou democracias pelas quais passe Portugal, os nossos problemas são os mesmos, sustentabilidade das finanças públicas; graves problemas de crescimento; problemas na balança de pagamentos; desequilíbrios na balança comercial; economia baseada em baixos salários e pouco estímulo (ou quase nenhum) à procura interna e podia continuar com um relambório de indicadores económicos, mas para não cansar o leitor decidi usar uma demonstração concreta para provar o ponto com que inicio o post.

Na busca de referências que me ajudassem a comparar o passado e o presente, deparei-me com este trabalho de Antonio Portugal Duarte e Nuno Martins, por via dum mestrado no ISEG, do qual retirei parte da conclusão:
"(...)Distando a realidade actual precisamente 100 anos desde a Revolução Republicana de 5 de Outubro de 1910, forçoso é dizer que “a Historia se repete” e nos pode dar importantes lições para o futuro uma vez que a situação e os problemas de hoje não são muito diferentes dos enfrentados no passado. Se é certo que a economia portuguesa se democratizou e fez grandes progressos nos últimos anos no contexto do seu processo de integração europeia, permitindo-lhe actualmente fazer parte do grupo restrito de países que formam a zona euro, a verdade é que Portugal enfrenta hoje também grandes desafios no que diz respeito à sustentabilidade das suas finanças públicas, debatendo-se igualmente com graves problemas de crescimento, com consequências ainda imprevisíveis em termos do mercado de trabalho, uma situação não muito diferente da vivida durantea Primeira República portuguesa.(...)"

Para terem uma noção, no mesmo estudo os autores comparam o PIB Per capita (a preço de 1990) durante 100 anos.
Os valores de Portugal estão realçados na tabela. 

Para além de se perceber a degradação do PIB no espaço de 100 anos, também percebemos facilmente que Portugal era o mais pobre no início do Sec. XX. Se comparamos esta realidade com a tabela seguinte, que indica o PIB per capita a valores de 2013:
Salta logo à vista que a situação se mantém igual...inclusivé em países como a Grécia (também podemos perceber que as assimetrias entre países são bem menores, facto que demonstra progresso e tendência para uma realidade mais próxima entre todos).

No que é relevante para o caso, podemos verificar que após 120 Anos estamos numa realidade em tudo idêntica ao passado. Com estes dados conseguimos também perceber que após uma revolução repúblicana, golpes de estado, uma ditadura militar, uma ditadura política, revoluções democráticas e por fim uma democracia civil, a nossa realidade económica manteve-se inalterada, quando comparada com os nossos congéneres de continente.

Quer também isto dizer que, venham governo de direita ou de esquerda ou de centro, as mudanças estruturais que precisamos ainda não foram feitas.Bem sei que essas mudanças a que me refiro vão doer e muito à nação, mas são as que nós necessitamos para mudar o país, para mudar a nossa realidade económica, pois são as que irão alterar profundamente a nossa forma de pensar, estar e abordar a vida. A primeira de todas tem de ser a nossa classe de gestão (pública e privada). Quem decide em Portugal não está preparado para o fazer...nunca esteve...temos de ter a humildade para perceber que a classe dirigente das empresas, dos governos, dos agentes económicos, tem de mudar e só depois, poderemos mudar o resto.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Hope??

Foi publicado na Nature um artigo duma experiência efetuada por um grupo de investigadores do Instituto Scripps de Investigação na Florida que criou uma Molécula artificial que bloqueou todas as estirpes conhecidas do vírus da sida. Facto que poderá dar esperança à humanidade em finalmente criar uma futura vacina contra o VIH humano.

O Público online, tem um resumo bom do artigo. Podem ler aqui .

É importante ter consciência que no respeita a descobertas na saúde, a motivação financeira é o principal (e às vezes único) motor. Refiro isto para que não hajam ilusões quanto ao potencial de riqueza que qualquer patente de cura do VIH pode gerar. Mas independentemente disto, não deixo de me maravilhar com a capacidade adaptativa e  combativa  da espécie humana.
Sim, há que ter esperança, mesmo quandopelos piores motivos se criam soluções "milagrosas".

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

A cruzada (parte 2)

A voz (neste caso palavra) da verdade já se propagou pela bloggosfera! 

É natural que as primeiras reações sejam as daqueles que são contra, que não toleram a mudança, que estão tão confiantes na imutabilidade das coisas, os dogmáticos! E até é bom que assim seja :))) mais força dá ao argumento. 
Posts como este fazem de tudo para contrariar, subverter e até menosprezar este nosso caminho, mas não irão ser bem sucedidos!!! Casacos à velha como este:
são buracos negros que sorvem toda a imagem, sensualidade e sexualidade. O casaco não dá espaço para se ver e pior, não dá espaço para se queira ver ou imaginar.




Uma mulher que pode atingir este nível,
não pode nunca pensar em tal artefacto. Simplesmente não faz sentido!!
Não é apenas por uma questão de imagem, nem pelo que a mulher transmite ou pretende transmitir, é sim um problema de atitude para com ela mesma..de não anular o potencial que tem usando uma peça de indumentária repelente (mental e físicamente).

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

A cruzada (Parte 1)

Chegou o dia de dizer CHEGA!! BASTA!!
Chegou o dia de agir e de lutar contra um dos maiores flagelos na sociedade Portuguesa! Está na hora de banirmos os Casaquinhos de Malha (AKA = Casaquinho à Velha!!!!!).

Como é possível que em pleno Século XXI as mulheres do meu país ainda usem disto?? Pior, usam e fazem por usar, com argumentos de:
"ahhh é tão confortável"
"mas dá tanto jeito"
"é tão quentinho"
"vou usar o quê??"
"protege-me"
etc...etc...etc...

Justificam o uso duma peça de roupa feia, esteticamente reprovável, horrível, que não fica bem a ninguém (nem à Mónica Belluci!) e que apenas é usado para minimizar a típica culpa cristã e anular completamente a personalidade e acima de tudo a sensualidade feminina! É o mesmo que dizerem que desejam ser mulheres mas sim seres assexuados.

A mulher anula-se a ela mesma com um falso argumento. É uma hipocrisa dos nossos tempos e a meu ver é o equivalente à burca, que tantas mulheres criticam mas que depois acabam por replicar com estes casaquinhos de malha!!

Este é o primeiro passo!!
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