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quinta-feira, setembro 20, 2012

Break the barrier

Uma "curta" digna do Tusabar




ò Padre, vem lá agora dizer que não gostaste desta!!!!!!

Poder do voto

Cá no burgo tá tudo em altas. Este governo rapa o tacho, à imagem dos belos tempos da monarquia, em que o povo era chulado até à morte para as casas reais poderem ter festas, banquetes, receções, visitas aos estrangeiro e uma qualidade de vida bem superior ao resto da população.

Estão a querer em 4 anos matar vícios adquiridos durante 20, o que diga-se de passagem ser extremamente positivo e uma consequência das nossas escolhas como país e como portugueses ao longo deste período. O problema aqui está na forma, na mensagem e na impunidade como o fazem:
A forma é a pior (à bruta), a mensagem é péssima (ao menos que contratem um acessor de imprensa de jeito ao PM) e a impunidade tem a ver com os verdadeiros criadores da nossa atual situação andarem por aí todos contentes e cheios de guito.

Julgo que todos deveríamos pensar no poder do voto e vou ainda pensar como conseguirei passar a palavra ao máximo de Portugueses que consiga mas para já inicio com o apelo ao voto nos micropartidos, naqueles que todos acusam de utopia, de não estarem preparados, de serem líricos, de não fazerem parte da "estrutura partidária nacional". Se todos retirarmos os votos aos 5 partidos do costume, julgo que poderíamos ensinar uma grande lição a todos os políticos (carreiristas ou não).




quarta-feira, setembro 12, 2012

Musica prá tasca

Esta música merece estar aqui no tusabar....eu nem sou muito de ir atrás de populismos mas confesso que a ladínha está atual e poderá até ser vista como crítica social :)



sexta-feira, setembro 07, 2012

"Far Out"

Podia ser uma forma de simplesmente dizer, Brutal!!! Mas não, não é.

"Far Out" é o nome dum modelo estatístico, criado por um investigador do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Rochester - Nova Iorque,USA - que tem por finalidade prever, mediante certas condições, a localização precisa de uma pessoa com a antecedência de vários anos.

Resumo:
Este modelo foi apresentado no final de julho na Conferência sobre Inteligência Artificial em Toronto - Canadá -. 
A equipa analisou 4,4 milhões de tweets escritos por 630 mil utilizadores na cidade de Nova Iorque durante um mês em 2010, associados a dados de localização por GPS, e conseguiu prever com oito dias de antecedência e com 90% de precisão, quais os utilizadores do Twitter que iriam apresentar sintomas de gripe. Para tal, o sistema de Inteligência Artificial do "Far Out" selecionou os tweets onde os utilizadores diziam que tinham os sintomas ou estavam doentes com gripe. Depois cruzou estes dados com a sua localização geográfica, de modo a saber quais as pessoas saudáveis que se encontraram com frequência com pessoas doentes.    

Claro que este processo tem limites, porque não deteta os utilizadores do Twitter que estão com gripe mas que nada escrevem sobre o seu estado de saúde, nem os que apanham gripe mesmo sem estarem em contacto com pessoas doentes. Para além da gripe, outras experiências mais abrangentes com o "Far Out" permitiram concluir que as pessoas que frequentam um ginásio com regularidade têm menos probabilidade de ficarem doentes e que as pessoas com um estatuto sócio-económico baixo têm mais probabilidade de adoecerem.

"(Extrato da entrevista com o Investigador responsável - Fonte - Expresso)
O "Far Out" pode ser usado na espionagem, na descoberta de pessoas desaparecidas ou de serial killers? E pode ameaçar as liberdades e os direitos dos cidadãos? A investigação nesta área é importante para percebermos como os dados de localização podem ser usados para o bem e para o mal. E temos consciência de que a previsão da localização geográfica e no tempo das pessoas tem aplicações positivas e negativas. Ao publicarmos a nossa investigação, ajudamos as pessoas a perceber as implicações de disponibilizarem os seus dados de localização, e a tomarem decisões mais informadas sobre as ações e precauções a adotar. Prever a localização futura de uma pessoa depende do registo histórico das suas localizações no passado, que nós só conseguimos obter com a autorização explícita dessa pessoa e o seu conhecimento do que planeamos fazer com os seus dados. Sem a participação voluntária das pessoas, não podemos prever a sua localização geográfica e no tempo.

O sistema tem potencial para melhorar a nossa qualidade de vida em aspectos muito concretos? Sem dúvida. Já usámos o "Far Out" para poupar energia nos sistemas de aquecimento, prevendo quando a casa de uma pessoa estaria ocupada. Baseados nessa previsão, começámos a aquecer essa casa antes da pessoa chegar, mas não o fizemos quando tínhamos a certeza de que a casa estaria desocupada durante um grande período de tempo. Outros benefícios para a nossa qualidade de vida incluem a gestão inteligente do trânsito, a localização de infra-estruturas e a detecção de comportamentos anormais nestas áreas.

Que previsão a longo prazo pode ser feita se a pessoa estudada morrer dentro de dois ou três anos devido a uma causa inesperada, como um acidente? O nosso modelo é adaptativo. Nesse hipotético cenário, o "Far Out" faz antes de mais previsões que reflectem onde será mais provável uma pessoa aparecer. Se não existirem novos dados disponíveis, a localização da pessoa será imprevisível.(...)"

Óbvio que estes modelos são praticados a nível de agências de informação governamentais e militares, mas é relevante perceber que a socidade civil usa a chamada WEB 2.0 para os mais variados fins e que se não tivermos a tendência para subverter a génese do projeto, pelo menos a nível de previsão de pandemias, podemos obter resultados extraordinários.

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